Fortes chuvas causam alagamentos e deixam famílias desabrigadas na Chapada Diamantina

 

 

 



A cidade de Itaberaba, na Chapada Diamantina, Bahia, registrou alagamentos após chover cerca de 110 milímetros, o esperado para o mês de janeiro, em apenas quatro horas, na noite de segunda-feira (19). Imagens feitas por moradores mostram um carro parcialmente submerso, além de casas e ruas alagadas. Um centro de hemodiálise também foi invadido pela água. 

Segundo apurou a TV Subaé, afiliada da Rede Bahia, com moradores da região, a chuva começou por volta das 18h, acompanhada de trovoadas e relâmpagos, e ganhou ainda mais intensidade a partir das 19h. Houve invasão de água em residências, queda de muros e prejuízos materiais, principalmente em áreas mais vulneráveis.
Entre os locais mais atingidos estão o Instituto dos Rins, localizado na Avenida Ruy Barbosa, além do Loteamento Bahia e do bairro Gran Bahia. O centro de hemodiálise, que não é administrado pela prefeitura, mas atende pacientes de cidades vizinhas, foi alagado. No momento do ocorrido, não havia pacientes no local e ninguém ficou ferido. O atendimento seguiu normalmente nesta terça-feira (20).

Foto: Corpo de Bombeiros

Em nota, o 11º Batalhão de Bombeiros Militar (BBM) informou que o volume de chuva provocou o desabamento parcial do muro dos fundos de uma residência e a submersão parcial de um veículo. Três famílias precisaram ser acolhidas pela prefeitura, enquanto outras optaram por ficar na casa de parentes. Uma pessoa foi atendida com ferimentos leves.

Ainda segundo o Corpo de Bombeiros, houve monitoramento presencial em algumas áreas. A ação contou com o apoio da Guarda Civil Municipal, Defesa Civil, Secretaria de Assistência Social, Secretaria de Esportes, Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT), além do suporte logístico da paróquia local.

Na manhã de terça-feira (20), o tempo seguia nublado em Itaberaba, com previsão de novas chuvas ao longo do dia. A prefeitura informou que equipes da Secretaria de Infraestrutura continuam nas ruas para minimizar os prejuízos e que novos abrigos poderão ser abertos, caso haja necessidade.
//Do  g1 Feira de Santana e região

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